iPhone 7 Plus Ainda Compensa? Veja o que Ele Oferece em 2026

Em 2026, falar sobre o iPhone 7 Plus pode soar, à primeira vista, como um exercício de nostalgia. Afinal, trata-se de um smartphone lançado em 2016, numa era em que o conceito de celular premium ainda estava em plena transformação. No entanto, a permanência desse modelo no mercado de usados, recondicionados e até no cotidiano de muitos usuários revela algo maior: o iPhone 7 Plus não foi apenas mais um iPhone — ele foi um divisor de águas dentro da própria Apple e no mercado de smartphones como um todo.

Na época de seu lançamento, o iPhone 7 Plus chegou como uma resposta clara à crescente demanda por telas maiores, mais desempenho e, sobretudo, melhores câmeras. Ele não apenas ampliava o tamanho do iPhone 7, mas introduzia tecnologias que mudariam o rumo dos aparelhos da marca nos anos seguintes. Em 2026, essa diferença histórica ainda é sentida, principalmente quando comparamos os dois modelos lado a lado e percebemos que o Plus envelheceu de forma mais equilibrada, oferecendo uma experiência que continua surpreendentemente funcional para o dia a dia moderno.

O contexto atual também ajuda a explicar por que o iPhone 7 Plus ainda desperta interesse. Com o preço dos smartphones topo de linha cada vez mais elevado, muitos consumidores buscam alternativas mais acessíveis que ainda entreguem qualidade, estabilidade e uma experiência premium. É exatamente nesse cenário que o iPhone 7 Plus encontra seu espaço: ele se tornou uma porta de entrada para o ecossistema Apple, especialmente para quem deseja iOS, boa câmera e desempenho sólido sem pagar valores exorbitantes.

Além disso, existe um fator emocional e cultural. O iPhone 7 Plus marcou a geração que testemunhou grandes mudanças no design dos celulares, como a retirada do botão físico tradicional, o abandono da entrada para fones de ouvido e a popularização das câmeras duplas. Em 2026, ele simboliza uma era em que a Apple começou a apostar mais agressivamente em fotografia computacional e telas maiores, pavimentando o caminho para os iPhones que conhecemos hoje.

Por tudo isso, analisar o iPhone 7 Plus em 2026 vai muito além de revisitar um aparelho antigo. Trata-se de entender como um smartphone que já deveria estar obsoleto ainda consegue se manter relevante, principalmente quando comparado ao iPhone 7, que, apesar de compartilhar muitas características, não recebeu os mesmos recursos que garantiram ao Plus uma longevidade maior. É exatamente essa diferença que vamos explorar ao longo deste artigo.

Design e construção

O iPhone 7 Plus carrega um tipo de design que, mesmo em 2026, continua sendo imediatamente reconhecido como um produto Apple. Seu corpo em alumínio com acabamento fosco ou brilhante, dependendo da cor, transmite uma sensação de solidez que muitos smartphones modernos, feitos de vidro e materiais mais frágeis, nem sempre conseguem igualar. Ao pegá-lo na mão, o que se percebe é um aparelho que foi pensado para durar, com encaixes precisos, botões firmes e uma estrutura que, mesmo após anos de uso, costuma envelhecer de forma mais elegante do que muitos concorrentes da época.

Quando comparado ao iPhone 7, a primeira diferença é o porte. O 7 Plus é maior, mais largo e mais pesado, mas isso não é apenas uma questão estética. Esse tamanho extra contribui para uma pegada mais estável ao segurar o aparelho na horizontal, algo especialmente perceptível ao assistir vídeos, jogar ou fotografar. Enquanto o iPhone 7 se encaixa melhor em mãos pequenas e bolsos apertados, o iPhone 7 Plus oferece uma experiência mais próxima de um “mini tablet”, uma proposta que agradou muitos usuários que buscavam mais conforto visual e usabilidade.

Outro ponto que merece destaque é a resistência à água e poeira, que foi uma das grandes novidades da geração do iPhone 7. Tanto o iPhone 7 quanto o 7 Plus possuem certificação IP67, o que significa que podem sobreviver a respingos, chuva e até submersão temporária. Em 2026, isso ainda é um diferencial importante para quem compra um aparelho usado, já que essa proteção aumenta as chances de o dispositivo ter sobrevivido ao tempo sem danos estruturais graves. No entanto, o corpo maior do Plus tende a dissipar melhor impactos leves, o que ajuda a explicar por que muitos modelos desse aparelho ainda estão em bom estado físico.

O posicionamento das câmeras também marca uma diferença crucial entre os dois. No iPhone 7 Plus, o módulo de câmera dupla ocupa mais espaço na traseira, criando um visual mais “tecnológico” e, ao mesmo tempo, funcional. Já no iPhone 7, a câmera única dá ao aparelho um ar mais simples, quase minimalista. Em 2026, essa distinção visual ainda comunica algo importante: o Plus foi pensado como o modelo mais completo da linha, uma espécie de versão “pro” antes mesmo da Apple adotar oficialmente essa nomenclatura.

Tela

A tela sempre foi um dos principais pontos de diferenciação entre o iPhone 7 Plus e o iPhone 7, e em 2026 essa diferença continua sendo um dos fatores mais perceptíveis na experiência de uso. Enquanto o iPhone 7 traz uma tela de 4,7 polegadas, o iPhone 7 Plus aposta em um painel maior de 5,5 polegadas, o que, na prática, transforma completamente a forma como o usuário interage com o aparelho. Essa área extra de exibição faz com que tudo — desde textos até vídeos — pareça mais confortável, mais legível e menos cansativo para os olhos.

Ambos utilizam a tecnologia Retina HD, que na época era referência em nitidez e fidelidade de cores. Mesmo diante das telas OLED e de altas taxas de atualização dos smartphones modernos, o painel do iPhone 7 Plus ainda se sustenta bem em 2026, especialmente para quem não é excessivamente exigente. As cores continuam equilibradas, o brilho é suficiente para uso em ambientes internos e o nível de definição ainda permite que fotos, vídeos e páginas da web sejam exibidos com clareza e boa leitura de detalhes.

O que realmente coloca o iPhone 7 Plus à frente do iPhone 7 é a imersão visual. Em atividades como assistir a vídeos no YouTube, navegar por redes sociais ou até ler artigos longos, o espaço adicional da tela faz toda a diferença. No iPhone 7, o usuário precisa rolar mais a página, dar mais zoom e, em geral, adaptar-se a um espaço mais limitado. Já no Plus, a experiência se aproxima mais do que hoje esperamos de um smartphone moderno: mais conteúdo visível, menos esforço visual e uma sensação maior de conforto durante longos períodos de uso.

Outro aspecto importante é a experiência em jogos e aplicativos multimídia. O iPhone 7 Plus oferece uma área de toque maior, o que melhora a precisão e a ergonomia em jogos que exigem controles na tela. Em 2026, isso ainda é relevante para quem usa o aparelho para entretenimento, especialmente considerando que muitos títulos mais leves ainda rodam perfeitamente no hardware do 7 Plus.

Áudio

Quando a Apple lançou o iPhone 7 Plus, uma das mudanças mais comentadas foi a remoção da tradicional entrada para fones de ouvido. Em 2016, isso causou polêmica; em 2026, essa decisão se mostra visionária. O iPhone 7 Plus foi um dos primeiros iPhones a apostar de forma definitiva no áudio digital e no Bluetooth, ajudando a consolidar o uso de fones sem fio, algo que hoje é absolutamente padrão. Nesse aspecto, tanto o iPhone 7 quanto o 7 Plus compartilham a mesma filosofia, mas o modelo Plus se beneficia mais do seu tamanho físico para entregar uma experiência sonora mais envolvente.

O iPhone 7 Plus foi um dos primeiros da Apple a trazer som estéreo real, utilizando o alto-falante inferior e o alto-falante de chamadas para criar um efeito de separação de canais. Isso significa que, ao assistir vídeos, jogar ou ouvir música sem fones, o áudio parece mais aberto, mais amplo e menos “preso” a um único ponto. Em comparação, o iPhone 7 também possui som estéreo, mas o corpo maior do Plus permite uma leve vantagem em ressonância e presença sonora, algo perceptível em ambientes mais abertos.

Em 2026, esse sistema de áudio ainda se mostra surpreendentemente competente. O volume máximo continua alto o suficiente para uso casual, e a clareza das vozes em vídeos, chamadas e podcasts permanece muito boa. Não é um som de qualidade audiófila, mas está muito acima do que se espera de um smartphone com quase uma década de vida. O equilíbrio entre graves, médios e agudos, embora limitado, faz com que o iPhone 7 Plus ainda seja plenamente utilizável para consumo de mídia sem a necessidade imediata de acessórios externos.

Outro ponto importante é a qualidade do áudio via fones Bluetooth ou adaptadores Lightning. O iPhone 7 Plus entrega sinal estável, com baixa latência e boa fidelidade para sua categoria, o que contribui para uma experiência sólida ao usar AirPods, fones TWS ou até fones de ouvido mais simples. Em comparação com o iPhone 7, a diferença aqui não é gigantesca, mas o Plus, mais uma vez, transmite uma sensação de conjunto mais completo, especialmente para quem usa o celular como principal dispositivo para música e vídeos.

Hardware e desempenho

O coração do iPhone 7 Plus é o chip Apple A10 Fusion, um processador que, no momento de seu lançamento, colocou a Apple muito à frente de boa parte da concorrência em desempenho bruto e eficiência energética. Em 2026, pode parecer improvável que um chip de 2016 ainda dê conta do recado, mas a realidade é que o A10 envelheceu de forma surpreendentemente competente. Para tarefas do dia a dia — como navegar na internet, usar redes sociais, assistir vídeos em streaming, trocar mensagens e até rodar aplicativos de banco — o iPhone 7 Plus continua entregando uma experiência fluida, sem engasgos constantes.

A grande vantagem do iPhone 7 Plus em relação ao iPhone 7 está na memória RAM. O modelo Plus foi equipado com mais memória, o que se traduz, em 2026, em uma diferença prática bastante relevante. Isso significa que ele consegue manter mais aplicativos abertos em segundo plano sem precisar recarregá-los o tempo todo. No uso cotidiano, isso se reflete em uma navegação mais rápida entre apps, menos atrasos ao alternar entre tarefas e uma sensação geral de maior agilidade, algo que o iPhone 7, mais limitado nesse aspecto, nem sempre consegue oferecer com a mesma consistência.

Mesmo em jogos e aplicativos um pouco mais exigentes, o iPhone 7 Plus ainda consegue se sair razoavelmente bem, desde que o usuário não espere gráficos de última geração. Muitos títulos populares, especialmente os mais leves ou otimizados para iOS, continuam rodando com boa taxa de quadros e tempos de carregamento aceitáveis. Em comparação, o iPhone 7 tende a apresentar quedas de desempenho com mais frequência, justamente por ter menos memória disponível para lidar com tarefas pesadas.

Outro fator importante é a estabilidade do sistema. A Apple sempre foi conhecida por otimizar seu software de forma profunda para o hardware disponível, e isso faz toda a diferença em um aparelho mais antigo. Em 2026, o iPhone 7 Plus ainda se beneficia desse cuidado, entregando uma experiência mais previsível e menos frustrante do que muitos smartphones Android da mesma idade. O iPhone 7, embora compartilhe o mesmo processador, sofre mais com limitações de multitarefa, o que reforça a ideia de que o Plus foi pensado para durar mais.

Software e recursos

Em 2026, falar de software no iPhone 7 Plus é falar sobre longevidade. A Apple sempre se destacou por oferecer atualizações de sistema por muitos anos, e esse modelo foi um dos grandes beneficiados dessa política. Mesmo que já não receba a versão mais recente do iOS, o sistema que permanece instalado no iPhone 7 Plus continua sendo estável, seguro e altamente funcional, o que é algo raro para um smartphone com quase uma década de mercado. Para o usuário comum, isso significa poder usar aplicativos de banco, redes sociais, streaming e comunicação sem enfrentar problemas graves de compatibilidade.

Quando comparado ao iPhone 7, a experiência de software é muito semelhante em termos de versão do sistema, mas o Plus leva vantagem na prática por causa do seu hardware um pouco mais generoso. A memória RAM extra permite que o iOS funcione de forma mais fluida, especialmente quando vários aplicativos estão abertos ao mesmo tempo. Em 2026, essa diferença se torna ainda mais visível, já que os aplicativos modernos são mais pesados e exigentes do que aqueles da época do lançamento desses aparelhos.

Outro ponto importante são os recursos nativos do iOS que ainda fazem sentido hoje. O iPhone 7 Plus continua oferecendo recursos como autenticação biométrica via Touch ID, integração profunda com o ecossistema Apple, como iCloud, AirDrop, iMessage e FaceTime, além de acesso à App Store com milhões de aplicativos disponíveis. Para quem já usa outros dispositivos da Apple, como MacBooks ou iPads, o 7 Plus ainda se encaixa perfeitamente nesse ecossistema, funcionando como uma extensão natural do restante dos aparelhos.

Além disso, o tamanho maior da tela no iPhone 7 Plus faz com que muitos recursos do sistema sejam mais confortáveis de usar. Digitar mensagens, visualizar documentos, navegar por configurações e até usar recursos de acessibilidade se torna mais prático no Plus do que no iPhone 7. Essa diferença de ergonomia impacta diretamente a percepção de modernidade do aparelho em 2026, fazendo com que o Plus pareça menos limitado e mais próximo da experiência de iPhones mais recentes.

Bateria

A bateria é um dos aspectos que mais pesam na experiência de uso de um smartphone em 2026, especialmente quando falamos de aparelhos lançados há quase uma década. Nesse cenário, o iPhone 7 Plus leva uma vantagem clara sobre o iPhone 7. Desde o projeto original, o modelo Plus foi equipado com uma bateria de maior capacidade, pensada para alimentar sua tela maior e, ao mesmo tempo, oferecer uma autonomia superior. Com o passar dos anos, essa diferença inicial se tornou ainda mais relevante.

Mesmo considerando o desgaste natural que toda bateria sofre ao longo do tempo, o iPhone 7 Plus tende a entregar uma autonomia mais confiável no uso cotidiano. Em tarefas como navegação na web, troca de mensagens, chamadas, reprodução de música e vídeos, ele geralmente consegue atravessar boa parte do dia sem exigir uma tomada o tempo todo. Já o iPhone 7, com sua bateria menor, costuma apresentar uma queda de desempenho energético mais perceptível, obrigando o usuário a recorrer ao carregador com mais frequência.

Em 2026, muitos exemplares do iPhone 7 Plus já passaram por trocas de bateria, o que é comum e até recomendável para aparelhos dessa idade. Quando isso acontece, o Plus se beneficia ainda mais, pois sua capacidade maior permite uma experiência próxima do que era quando novo. Isso o torna um aparelho muito mais viável para quem pretende usá-lo como smartphone principal, algo que o iPhone 7, mesmo com bateria nova, dificilmente consegue igualar com a mesma tranquilidade.

Outro ponto importante é a eficiência do chip A10 Fusion. Apesar de antigo, ele foi projetado com foco em economia de energia, utilizando núcleos de alto desempenho apenas quando necessário. Isso ajuda o iPhone 7 Plus a manter um consumo equilibrado, especialmente em tarefas mais simples, como mensagens, redes sociais e navegação leve. O resultado é uma autonomia que, embora não impressione frente aos padrões modernos, ainda é suficiente para uma rotina básica.

Câmera

A câmera é, sem exagero, o maior diferencial do iPhone 7 Plus em relação ao iPhone 7, e em 2026 isso ainda fica muito claro. Enquanto o iPhone 7 aposta em uma única câmera traseira, o 7 Plus foi o primeiro iPhone da história a trazer um sistema de câmera dupla, algo que na época revolucionou a forma como os usuários fotografavam com seus celulares. Esse conjunto, formado por uma lente grande-angular e uma lente teleobjetiva, permitiu não apenas zoom óptico real, mas também a introdução do famoso modo Retrato, que desfoca o fundo e destaca o objeto principal da foto.

Em termos de qualidade de imagem, o iPhone 7 Plus ainda surpreende em 2026 quando usado em boas condições de luz. As fotos apresentam cores equilibradas, boa nitidez e um nível de contraste que continua agradável aos olhos. O processamento de imagem da Apple, mesmo nas versões mais antigas do iOS, sempre foi eficiente em preservar tons naturais de pele e evitar exageros de saturação, o que faz com que muitas fotos feitas com o 7 Plus ainda pareçam modernas quando vistas em redes sociais ou na tela do próprio aparelho.

O grande trunfo do iPhone 7 Plus frente ao iPhone 7 é a versatilidade fotográfica. A lente teleobjetiva permite aproximar o assunto sem perder tanta qualidade, algo impossível no iPhone 7, que depende apenas de zoom digital. Além disso, o modo Retrato, embora mais simples do que as versões atuais, continua funcionando bem para fotos de pessoas e objetos, criando um efeito de profundidade que valoriza a imagem e dá um aspecto mais profissional às fotografias. Em 2026, esse recurso ainda é muito usado por quem gosta de postar fotos mais elaboradas em redes sociais.

Na gravação de vídeos, o iPhone 7 Plus também se mantém competente. Ele grava em alta resolução com boa estabilização e captura de áudio clara, o que o torna útil para vídeos casuais, stories, chamadas em vídeo e até pequenos projetos pessoais. O iPhone 7, embora também grave bons vídeos, não oferece a mesma flexibilidade criativa por não contar com a câmera dupla.

Mesmo diante de câmeras modernas com múltiplos sensores, inteligência artificial avançada e modos noturnos sofisticados, o iPhone 7 Plus continua sendo um smartphone que entrega fotos e vídeos plenamente utilizáveis em 2026. Sua câmera dupla, que foi um marco na história da Apple, ainda representa uma vantagem concreta sobre o iPhone 7, tornando o Plus uma escolha muito mais interessante para quem valoriza fotografia, mesmo em um aparelho mais antigo.

Considerações finais

Ao observar o iPhone 7 Plus em 2026, fica claro que ele não é apenas um smartphone antigo tentando sobreviver ao passar do tempo. Ele representa um dos momentos mais importantes da história da Apple, quando a empresa começou a redefinir o que um iPhone poderia oferecer em termos de tamanho, fotografia e experiência de uso. Comparado ao iPhone 7, o modelo Plus não se limita a ser uma versão maior; ele é, na prática, um aparelho mais completo, mais versátil e que envelheceu de forma mais equilibrada.

A tela maior continua sendo um diferencial enorme para quem consome conteúdo, lê muito ou simplesmente prefere uma experiência mais confortável. O desempenho, mesmo limitado pelos padrões atuais, ainda é suficiente para o uso cotidiano, e a memória extra em relação ao iPhone 7 faz com que o sistema se comporte melhor no dia a dia. A bateria, que já era superior quando o aparelho era novo, ajuda o iPhone 7 Plus a se manter utilizável mesmo depois de tantos anos, especialmente quando passou por uma substituição ao longo do tempo.

Mas é na câmera que o iPhone 7 Plus realmente se destaca. A presença da câmera dupla, com zoom óptico e modo Retrato, faz com que ele ainda entregue fotos mais interessantes e versáteis do que o iPhone 7. Em um mundo cada vez mais visual, onde redes sociais e criação de conteúdo fazem parte da rotina, essa diferença pesa bastante, mesmo em 2026.

No fim das contas, o iPhone 7 Plus prova que algumas escolhas de design e tecnologia realmente atravessam gerações. Para quem busca um iPhone acessível, confiável e capaz de oferecer uma experiência completa no ecossistema Apple, ele continua sendo uma opção surpreendentemente relevante. E quando colocado lado a lado com o iPhone 7, a conclusão é clara: o Plus não só oferece mais, como também envelheceu melhor, justificando por que ainda hoje é lembrado como um dos iPhones mais equilibrados já lançados.

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