O Samsung Galaxy S7 Edge ainda é relevante em 2026? A resposta pode te surpreender

Em 2026, falar sobre o Samsung Galaxy S7 Edge é, de certa forma, revisitar um dos momentos mais importantes da história dos smartphones premium. Lançado em 2016, o S7 Edge surgiu em um período em que a indústria ainda estava descobrindo o verdadeiro potencial das telas curvas, do design em vidro e metal e da integração entre hardware poderoso e experiência refinada. Dez anos depois, mesmo diante de celulares dobráveis, câmeras com inteligência artificial e processadores de nível quase computacional, o Galaxy S7 Edge continua sendo citado, procurado no mercado de usados e lembrado com carinho por quem viveu sua época de ouro.

O que torna isso possível não é apenas nostalgia. O Galaxy S7 Edge foi um aparelho que acertou em pontos essenciais: ele combinou desempenho sólido, excelente qualidade de tela, câmeras confiáveis e uma construção premium que resistiu ao tempo. Mais do que isso, ele representou uma virada na estratégia da Samsung, que passou a tratar o design como um diferencial competitivo tão importante quanto o hardware. Enquanto o Galaxy S7 “tradicional” era um smartphone extremamente competente, o S7 Edge elevava a experiência ao trazer um visual mais arrojado, uma tela maior e recursos exclusivos nas laterais curvas.

Em 2026, muitas pessoas ainda pesquisam pelo Galaxy S7 Edge seja por curiosidade histórica, por saudosismo ou mesmo para entender por que ele é tão frequentemente citado como um dos melhores Samsung já feitos. O modelo Edge não foi apenas uma variação estética: ele mudou a forma como a Samsung projetava seus smartphones e influenciou diretamente o caminho que levou aos atuais Galaxy S Ultra, que herdaram o conceito de tela curva, foco em multimídia e status de produto “topo absoluto”.

Design e construção

O design é, sem exagero, o ponto onde o Samsung Galaxy S7 Edge mais se distancia do Galaxy S7 comum e onde ele construiu a sua identidade. Em 2016, a Samsung já tinha dado um salto enorme ao abandonar o plástico e adotar uma combinação de vidro e metal nos seus topos de linha, mas foi no S7 Edge que essa escolha realmente ganhou impacto visual. O aparelho parece até hoje um produto de luxo, com curvas suaves, laterais em alumínio polido e uma traseira de vidro que reflete a luz de forma elegante, criando uma sensação de profundidade e sofisticação que poucos smartphones daquela época conseguiam entregar.

A grande estrela, claro, são as bordas curvas da tela, que fazem o vidro literalmente “derreter” sobre as laterais do aparelho. Isso não era apenas um truque estético: ao segurar o S7 Edge, a sensação nas mãos é completamente diferente da de um smartphone tradicional. O Galaxy S7 plano é mais previsível, mais sólido e mais prático para quem prefere um corpo compacto e bordas definidas. Já o S7 Edge transmite uma ideia de fluidez, como se a frente e as laterais fossem uma única peça contínua. Em 2026, quando olhamos para trás, fica claro o quanto esse design influenciou toda uma geração de aparelhos premium da própria Samsung e de concorrentes.

Mesmo sendo maior que o Galaxy S7, o S7 Edge não parece desajeitado. A Samsung conseguiu distribuir muito bem o peso e a ergonomia, de modo que ele fica firme na mão, apesar de o vidro ser naturalmente mais escorregadio. O modelo comum, por sua vez, acaba sendo mais seguro de segurar, justamente por ter laterais planas e um tamanho mais compacto. Essa diferença de pegada é um dos pontos mais importantes na escolha entre os dois modelos, especialmente para quem usa o celular por muitas horas seguidas.

Outro aspecto que merece destaque é a resistência à água e poeira (IP68), algo que, em 2016, ainda era raro em smartphones com construção em vidro. Tanto o S7 quanto o S7 Edge traziam essa proteção, mas no Edge isso era ainda mais impressionante, já que ele conseguia unir elegância, curvas delicadas e vedação contra líquidos. Em 2026, isso ajuda a explicar por que tantos desses aparelhos ainda estão funcionando: eles foram construídos para durar.

Tela

A tela sempre foi um dos maiores orgulhos da Samsung, e no Galaxy S7 Edge ela alcançou um patamar que, para a época, beirava o impressionante. Tanto o S7 quanto o S7 Edge utilizam painéis Super AMOLED com resolução Quad HD, o que significa cores extremamente vivas, pretos profundos e um nível de contraste que ainda hoje, em 2026, continua sendo referência quando se fala em qualidade de imagem. No entanto, a forma como essa tecnologia é apresentada em cada modelo muda completamente a experiência de uso.

No Galaxy S7, a tela de 5,1 polegadas, plana, oferece uma visualização nítida e confortável, ideal para quem prefere algo mais compacto e direto ao ponto. Já no Galaxy S7 Edge, a tela cresce para 5,5 polegadas e ganha as famosas bordas curvas, que fazem o conteúdo parecer “flutuar” na frente do usuário. Essa diferença não é apenas visual: ao assistir vídeos, navegar em redes sociais ou até ler textos longos, o Edge transmite uma sensação maior de imersão, como se o display envolvesse mais o campo de visão.

As curvas também tinham uma função prática. A Samsung aproveitou esse espaço lateral para criar uma área interativa, onde o usuário podia acessar rapidamente contatos, aplicativos favoritos, notificações e até atalhos de sistema. Isso transformava a borda da tela em uma espécie de painel auxiliar, algo que o Galaxy S7 comum simplesmente não oferecia. Em 2026, essa ideia pode parecer simples, mas foi uma inovação que antecipou a busca por interfaces mais inteligentes e menos dependentes de botões ou menus tradicionais.

Outro ponto importante é a qualidade de exibição em ambientes externos. O brilho do painel AMOLED do S7 Edge era suficientemente alto para garantir boa visibilidade sob luz do sol, algo que nem todos os smartphones da época conseguiam. Somado à resolução Quad HD, isso resultava em imagens extremamente detalhadas, o que fazia fotos, vídeos e até textos pequenos ficarem extremamente definidos. Mesmo hoje, quando comparado a muitos celulares intermediários modernos, o S7 Edge ainda impressiona pela nitidez.

Portanto, enquanto o Galaxy S7 entrega uma tela excelente dentro de um formato tradicional, o Galaxy S7 Edge eleva a experiência ao combinar tamanho maior, curvas e recursos extras. Em 2026, é fácil entender por que esse display se tornou um dos símbolos da era de ouro da Samsung: ele não só mostrava conteúdo, mas transformava a forma como as pessoas interagiam com o smartphone.

Áudio

O sistema de áudio do Samsung Galaxy S7 Edge pode não parecer tão sofisticado quando comparado aos smartphones de 2026, muitos dos quais já contam com alto-falantes estéreo potentes, processamento espacial e ajustes por inteligência artificial, mas é importante lembrar o contexto da época em que ele foi lançado. Em 2016, a prioridade da Samsung era oferecer um som limpo, alto o suficiente para consumo de mídia e com boa compatibilidade com fones de ouvido, e nisso tanto o S7 quanto o S7 Edge cumpriam bem o papel.

Os dois modelos utilizavam um alto-falante mono localizado na parte inferior do aparelho. Ele não tinha a imersão de um sistema estéreo, mas entregava um volume alto e uma reprodução relativamente clara para vídeos, jogos e chamadas em viva-voz. No S7 Edge, por conta do corpo ligeiramente maior, a ressonância do som era um pouco mais encorpada, o que dava a sensação de áudio mais “cheio” em comparação ao Galaxy S7 comum, mesmo usando basicamente o mesmo conjunto de hardware.

Um dos grandes diferenciais, especialmente quando olhamos para 2026, era a presença do conector P2 de 3,5 mm para fones de ouvido. Isso permitia o uso direto de fones com fio sem adaptadores, algo que muitos usuários ainda valorizam hoje por causa da qualidade de som estável e da ausência de latência. Em combinação com bons fones, o S7 Edge oferecia uma experiência de áudio bastante respeitável, com graves equilibrados e médios claros, algo que o tornava uma boa opção até para quem gostava de ouvir música com mais atenção.

A Samsung também já investia em processamento de áudio por software, ajustando equalização e perfil sonoro dependendo do tipo de conteúdo. Embora isso não seja comparável aos sistemas modernos de áudio adaptativo, era um avanço importante para a época e ajudava o S7 Edge a se destacar em consumo de multimídia, especialmente quando aliado à sua tela maior e mais imersiva.

Na comparação direta, o Galaxy S7 não ficava muito atrás, mas o S7 Edge se beneficiava do conjunto geral: tela maior, corpo mais amplo e sensação de imersão que tornava vídeos, filmes e jogos mais envolventes também pelo som. Em 2026, pode-se dizer que o áudio do S7 Edge é simples, mas honesto, e faz parte daquele pacote equilibrado que ajudou o aparelho a envelhecer melhor do que muitos concorrentes.

Hardware e desempenho

Quando o Samsung Galaxy S7 Edge foi lançado, ele representava o que havia de mais poderoso no universo Android. A Samsung equipou tanto o S7 quanto o S7 Edge com o melhor que tinha disponível na época, usando o processador Exynos 8890 em mercados como o Brasil e a Europa, e o Snapdragon 820 em outros países. Em ambos os casos, tratava-se de chips topo de linha, projetados para oferecer alta velocidade, eficiência energética e desempenho gráfico muito acima da média dos smartphones de 2016. Dez anos depois, em 2026, esse hardware já não compete com os aparelhos modernos, mas ainda surpreende pela forma como envelheceu.

Na prática, o S7 Edge continua capaz de lidar com tarefas básicas do dia a dia sem grandes dificuldades. Navegar na internet, usar redes sociais, assistir a vídeos em alta definição e até rodar aplicativos de mensagens pesados ainda é possível de forma relativamente fluida. Isso se deve, em grande parte, aos 4 GB de memória RAM, que na época eram considerados generosos e ajudaram o sistema a manter múltiplos aplicativos abertos sem engasgos frequentes. O Galaxy S7 comum oferece exatamente a mesma configuração, o que significa que, em termos de desempenho bruto, os dois são equivalentes.

Onde o S7 Edge começa a se destacar é no uso prolongado e na experiência geral. Por ter uma bateria maior, o processador consegue trabalhar por mais tempo sem entrar em modos de economia extrema, o que evita quedas bruscas de desempenho ao longo do dia. Além disso, o armazenamento interno aliado ao suporte para cartões microSD — algo cada vez mais raro em 2026 — permite que o usuário amplie a capacidade do aparelho sem depender exclusivamente de nuvem, mantendo o sistema mais leve e responsivo.

Os gráficos, que na época eram um dos pontos altos do S7 Edge, hoje já não impressionam em jogos pesados, mas ainda dão conta de títulos mais simples e aplicações em 2D ou 3D leve. Isso reforça a ideia de que a Samsung fez uma escolha muito acertada de hardware, apostando em chips que tinham margem suficiente para continuar úteis por muitos anos.

Assim, em uma comparação direta, o Galaxy S7 e o S7 Edge oferecem praticamente o mesmo nível de desempenho, mas o Edge entrega uma experiência mais estável ao longo do tempo por causa da bateria maior e da tela que favorece o consumo de conteúdo. Em 2026, isso ajuda a explicar por que o S7 Edge ainda é lembrado como um smartphone “completo”, que não ficou obsoleto tão rapidamente quanto muitos outros modelos de sua geração.

Software e recursos

O Samsung Galaxy S7 Edge nasceu em uma fase crucial da evolução do Android e da própria Samsung. Ele saiu de fábrica com o Android Marshmallow e a interface TouchWiz, mas foi ao longo dos anos, com atualizações e refinamentos, que o aparelho realmente mostrou seu potencial. Em 2026, mesmo que o sistema original esteja longe das versões mais recentes do Android, a experiência que o S7 Edge oferecia ainda é lembrada como um dos pontos altos da época em termos de fluidez, estabilidade e recursos inteligentes.

A grande diferença em relação ao Galaxy S7 comum estava justamente nos recursos exclusivos das bordas curvas. No S7 Edge, a lateral da tela não era apenas um detalhe estético: ela funcionava como um centro de comandos rápido. O usuário podia deslizar o dedo pela borda para acessar contatos favoritos, aplicativos mais usados, atalhos para funções do sistema, previsões do tempo, notícias e até ferramentas como régua ou lanterna. Isso transformava o celular em algo mais prático no dia a dia, reduzindo a necessidade de voltar à tela inicial o tempo todo.

Outro recurso que marcou essa geração foi o Always On Display, que permitia visualizar hora, data, notificações e informações básicas sem precisar acender totalmente a tela. Hoje isso é algo comum, mas em 2016 era uma inovação importante, especialmente por aproveitar a tecnologia AMOLED para economizar bateria. Tanto o S7 quanto o S7 Edge tinham esse recurso, mas no Edge ele se integrava melhor ao conceito de uso rápido, reforçando a ideia de que o aparelho estava sempre pronto para ser consultado.

A interface da Samsung também já mostrava sinais do que viria a ser o One UI anos depois: ícones grandes, menus mais organizados e uma preocupação clara com a usabilidade em telas maiores. No Galaxy S7 Edge, isso era ainda mais evidente, já que o aparelho precisava ser confortável de usar com apenas uma mão, apesar do tamanho maior. Em 2026, olhando para trás, fica claro que o S7 Edge foi um dos modelos que ajudaram a Samsung a amadurecer sua filosofia de software.

Enquanto o Galaxy S7 oferecia uma experiência sólida e tradicional, o S7 Edge se posicionava como algo mais avançado, quase experimental, graças às suas bordas inteligentes e à proposta de transformar a tela em uma área ativa de interação. Essa combinação de hardware potente com um software cheio de pequenas inovações é um dos motivos pelos quais o S7 Edge ainda é tão citado e respeitado dentro da história dos smartphones Android.

Bateria

A bateria sempre foi um dos pontos mais sensíveis em smartphones, e no caso do Samsung Galaxy S7 Edge ela é também um dos fatores que mais claramente o diferenciam do Galaxy S7 comum. Enquanto o S7 vinha equipado com uma bateria de 3.000 mAh, o S7 Edge trazia uma unidade maior, de 3.600 mAh, o que na prática se traduzia em uma autonomia visivelmente superior. Em 2016, isso já fazia diferença; em 2026, olhando em retrospecto, fica ainda mais claro como essa escolha ajudou o Edge a envelhecer melhor.

No uso diário, o S7 Edge sempre foi capaz de aguentar mais horas longe da tomada, especialmente em tarefas como navegação na web, reprodução de vídeos e uso de redes sociais. Mesmo tendo uma tela maior e mais exigente, a bateria ampliada compensava esse consumo extra, garantindo um equilíbrio que o Galaxy S7 nem sempre conseguia manter. Para muitos usuários, isso significava poder sair de casa pela manhã e voltar à noite sem a ansiedade constante de procurar um carregador.

Outro ponto importante é que ambos os modelos já ofereciam carregamento rápido e carregamento sem fio, algo que, na época, era considerado um diferencial premium. No S7 Edge, isso ganhava ainda mais relevância porque a bateria maior podia ser recarregada de forma relativamente ágil, reduzindo o impacto de eventuais quedas de carga durante o dia. Em 2026, quando tecnologias de recarga evoluíram bastante, é interessante lembrar que o S7 Edge já entregava uma experiência de conveniência que muitos concorrentes demoraram anos para alcançar.

Com o passar do tempo, é claro que as baterias desses aparelhos sofreram desgaste natural. No entanto, o S7 Edge partiu de uma capacidade maior, o que significa que, mesmo após anos de uso, ele tende a oferecer uma autonomia mais aceitável do que o Galaxy S7 comum nas mesmas condições. Isso ajuda a explicar por que, no mercado de usados, o Edge costuma ser mais valorizado: ele simplesmente aguenta mais tempo longe do carregador.

Câmera

A câmera foi um dos maiores trunfos do Samsung Galaxy S7 Edge e também do Galaxy S7, e em 2026 ela ainda é lembrada como um divisor de águas na fotografia móvel. Na época do lançamento, a Samsung surpreendeu ao abandonar a corrida por números mais altos de megapixels e apostar em um sensor de 12 megapixels com tecnologia Dual Pixel, algo até então raro em smartphones. Essa escolha fez com que tanto o S7 quanto o S7 Edge tivessem um foco extremamente rápido e preciso, além de uma qualidade de imagem que colocava a linha Galaxy no topo do mercado.

O sensor, combinado com uma abertura generosa de f/1.7, permitia que muito mais luz entrasse, resultando em fotos mais claras e nítidas mesmo em ambientes escuros. Em situações de pouca iluminação, o S7 Edge conseguia capturar imagens com menos ruído e mais detalhes do que a maioria dos seus concorrentes diretos. Em 2026, quando câmeras com múltiplas lentes e processamento avançado são comuns, esse desempenho pode não impressionar da mesma forma, mas é impossível ignorar o quanto ele foi avançado para sua época.

Na prática, o Galaxy S7 Edge oferecia uma experiência fotográfica extremamente confiável. Você podia simplesmente apontar e fotografar, e o resultado quase sempre era bom, sem precisar mexer em configurações complexas. Essa filosofia de “câmera que não erra” foi um dos fatores que ajudaram a consolidar a Samsung como referência em fotografia mobile nos anos seguintes. O Galaxy S7 comum entregava exatamente a mesma qualidade, já que o hardware da câmera era idêntico, mas o Edge se beneficiava de sua tela maior e mais imersiva para visualizar, editar e apreciar as fotos.

A câmera frontal também era competente para selfies e chamadas de vídeo, algo que, na época, começava a ganhar cada vez mais importância. Embora não tenha os recursos avançados de embelezamento ou inteligência artificial que vemos em 2026, ela cumpria bem seu papel, mantendo cores naturais e boa nitidez.

Considerações finais

Em 2026, olhar para o Samsung Galaxy S7 Edge é mais do que revisitar um smartphone antigo; é entender um momento em que a indústria começou a dar passos decisivos rumo ao que hoje consideramos um aparelho premium moderno. O S7 Edge não foi apenas uma versão “maior” do Galaxy S7, mas uma proposta diferente, pensada para quem queria mais tela, mais imersão, mais autonomia e uma experiência mais sofisticada em todos os sentidos.

Ao longo de todas as áreas — design, tela, bateria, software e até na forma de consumir multimídia — o S7 Edge se mostrou uma evolução clara sobre o Galaxy S7 tradicional. As bordas curvas, que na época podiam parecer apenas um capricho visual, acabaram se tornando um símbolo da identidade da linha Galaxy e influenciaram toda a estratégia da Samsung nos anos seguintes. A tela maior e mais envolvente tornava vídeos, jogos e leitura mais agradáveis, enquanto a bateria ampliada garantia que esse consumo extra não se transformasse em frustração no dia a dia.

O Galaxy S7 comum, por sua vez, sempre foi um smartphone excelente, mais compacto, mais simples e talvez mais prático para alguns usuários. Mas o S7 Edge era o modelo que representava o futuro, aquele que mostrava para onde a Samsung queria levar seus topos de linha. Em 2026, essa diferença fica ainda mais evidente, pois muitos dos conceitos introduzidos pelo Edge — telas curvas, foco em multimídia, design como elemento central da experiência — continuam vivos nos atuais Galaxy S Ultra.

No fim das contas, o Galaxy S7 Edge permanece como um dos smartphones mais icônicos da história da Samsung. Ele não apenas entregou tecnologia de ponta para sua época, como também deixou um legado duradouro. E é justamente por isso que, mesmo uma década depois, ele ainda é lembrado, pesquisado e admirado: o S7 Edge não foi apenas um produto do seu tempo, mas um dos aparelhos que ajudaram a moldar o futuro dos smartphones.

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